terça-feira, 28 de setembro de 2010

O PRIMEIRO SONHO QUE TIVE COM O VIGGO MORTENSEN E QUE SE REALIZOU



Em 2005, por causa de uma idéia louca do meu filho, à qual eu fiz aquela perguntinha básica:
- E porque não...?
As idéias malucas nascem assim, eu acho. Bom, por causa disso, eu comecei a escrever um livro e coloquei o Viggo como personagem do livro. Quando eu terminei  de escrevê-lo, minha amiga Zezé Belaz, que acompanhou essa odisséia criativa e teve até um dedinho nisso tudo, recomendou-me que eu usasse um pseudônimo, já que ela achava muito, muito, muito difícil conseguirmos chegar perto do Viggo. Brincávamos no Orkut sobre isso e meio que de forma premonitória, um dia a Zezé disse:
- Já pensou, se no lançamento do filme do Vicente Amorim, ele vem ao Brasil e você consegue falar com ele?
Gente, parecia que ela tinha uma bola de cristal. Não sei se ela, a Dani e a Miss Librarian (Chris) lembram disso. Foi na comunidade criada pela Zezé chamada VIGGO, SEAN E KARL, em homenagem aos belos do filme O SENHOR DOS ANÉIS. Verdade é que, na época, demos boas gargalhadas, só que no dia 10 de Abril de 2007 eu sonhei com o Viggo pela primeira vez.
No sonho, eu estava em um lugar chique e desconhecido no qual o Viggo também estava. Havia um bando de gente em volta dele e ele, muito atencioso, falava com todo mundo. Eu fiquei à margem, esperando uma oportunidade de poder falar com ele. Mas como falar? Eu não falava - e nem falo - inglês, espanhol, dinamarquês ou coisa assim. Só falo português - o que depois do meu encontro com ele, sei que ele não fala praticamente nada. Precisou de uma cola no Fest Rio e mesmo assim saiu meio portunhol. Voltando ao sonho, eu rodei, rodei, até que vi que seria impossível falar com ele e resolvi sair daquele lugar. Ao chegar à rua, fui caminhando sob uma marquise quando, atrás de mim, ouvi uma voz familiar. Me virei. Era ele, sorrindo para mim. E ele então me disse:
- A parte que eu mais gostei do seu livro, foi esse poema - e ele recitou o poema. Depois disso, nos beijamos, mas foi um beijo intenso, porém não era um beijo de paixão, foi um beijo pleno, fraterno, sereno. Nesse momento, eu acordei, extasiada, às 2 horas da manhã. Sabe aqueles sonhos em que você não sabe se foi sonho ou realidade? Corri para pegar papel e caneta e anotei o poema que ele me disse. Registrei o texto e hoje ele faz parte do livro. O interessante é que até então, não fazia e o próprio Viggo complementou um trecho do livro DEZ COISAS PARA FAZER e agora, querendo ou não, ele virou personagem.
Um ano e meio depois, esse sonho se realizou e eu já contei essa história aqui em O VIGGO MORTENSEN E EU - A HISTÓRIA DA CINDERELA - um dos posts mais vistos do blog. Nesse encontro que levou minha amiga Zezé às lágrimas, e que foi tão mirabolante quanto o sonho, eu entreguei, nas mãos do próprio Viggo, dois poemas e que não vou divulgar aqui porque apenas ele pode divulgá-los caso eu não publique o livro. Até hoje eu me pergunto o porquê da premonição da Zezé, do sonho e do encontro. Deus quis que fosse assim, o resto, é ele quem sabe, né, Deus?

imagens extraídas do Google

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