sábado, 11 de dezembro de 2010

RODAS DE LEITURA E LANÇAMENTO DE LIVRO COM CRISTOVÃO TEZZA


Atenção galera! Isso é imperdível, imperdível, imperdível. Esse é um escritor fenomenal. Não dá pra perder. Só que desta vez não é na Estação das Letras e sim no Auditório Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional, R. México, s/nº - Centro do Rio (entrada pelo jardim). Eu estou aqui me rasgando porque neste dia estarei em Niterói numa palestra sobre Roteiro Cinematográfico no NPD - Núcleo de Produção Digital.  Oh, vida cruel! Só convite bom e eu não tenho um clone pra ir nos dois lugares. Gente, perde não... Passem lá e depois me contem como foi. E depois tem laçamento do novo livro dele pela Editora Record UM ERRO EMOCIONAL com coquetel e autógrafos. 

Cristovão Tezza (1952) é natural de Lages, Santa Catarina. Em 1961, a família se mudou para Curitiba, Paraná. Em 1968 passou a integrar o Centro Capela de Artes Populares (CECAP), dirigido por W. Rio Apa, com quem trabalhou até 1977. Ainda em 1968, também participa da primeira peça de Denise Stoklos, e no ano seguinte de duas montagens do grupo XPTO, dirigido por Ari Pára-Raio, sempre em Curitiba. Em 1970 concluiu o ensino médio no Colégio Estadual do Paraná. No ano seguinte, entrou para a Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (RJ), desligando-se em agosto do mesmo ano. Em dezembro de 1974, foi a Portugal estudar Letras na Universidade de Coimbra, matriculado pelo Convênio Luso-Brasileiro, mas como a universidade estava fechada pela Revolução dos Cravos, passou um ano perambulando pela Europa. Em janeiro de 1977, casou-se. Em 1984, mudou-se para Florianópolis (SC), onde trabalhou como professor de Língua Portuguesa da UFSC. Voltou a Curitiba em 1986, agora dando aulas na UFPR, onde leciona até hoje. Em 1988 publicou "Trapo" (Brasiliense), livro que tornou seu nome conhecido nacionalmente. Nos dez anos seguintes, publicou os romances "Aventuras provisórias" (Prêmio Petrobrás de Literatura)," Juliano Pavollini", "A suavidade do vento", "O fantasma da infância" e "Uma noite em Curitiba". Em 1998, seu romance "Breve espaço entre cor e sombra" (Rocco) foi contemplado com o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional (melhor romance do ano); e "O fotógrafo" (Rocco), publicado em 2004, recebeu no ano seguinte o Prêmio da Academia Brasileira de Letras de melhor romance do ano e o Prêmio Bravo! de melhor obra.

Essas informações sobre o escritor foram extraídas de:

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