sábado, 5 de março de 2011

Jet Lu



Quando os médicos me disseram que eu estava entre a quimioterapia e a hemodiálise, o impacto inicial foi muito grande. Passei umas duas semanas meio deprimida e chorando. Depois, passado o choque inicial eu decidi deixar a minha marca. Comecei a desenhar nas paredes e comecei a grafitar. Minha casa é cheia de desenhos e Claudete, uma grande amiga, disse que eu era a mulher das cavernas porque eu desenhava a minha história nas paredes. Gostei e continuei. Ainda são desenhos rudimentares, sem técnica, mas que me libertam e passam as mensagens que quero deixar.


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