sábado, 6 de dezembro de 2014

A RAINHA DE NAHALIBAH - FANFICTION PARTE 2





A RAINHA DE NAHALIBAH

FANFICTION

Parte 2
by Lucia Andrade

Depois de recuperar o fôlego, Hook começou a contar como conheceu Badra. Emma o amparava e ouvia atentamente cada palavra. A palidez no rosto do amado, fez com que seu coração temesse o pior.

Flashback

Algum tempo após a morte de Liam, Killian entregou-se à bebida e uma noite, na taberna, conheceu uma linda mulher. Ela o levou para uma praia deserta, na qual havia uma tenda, luxuosamente decorada. Ali eles passaram a noite juntos e na manhã seguinte, Killian voltou para o Jolly Roger, com a intenção de encontrar a mulher novamente naquela noite.
Ao cair da noite, Killian foi para a taberna. Enquanto a aguardava, um velho se aproximou de sua mesa.
- Não volte a vê-la. A mulher com quem saiu ontem, não volte a vê-la - Killian, irritado, levantou-se.
- Como ousa intrometer-se em meus assuntos pessoais? Saia daqui antes que eu perca a paciência - o homem insistiu.
- Eu não o conheço, mas sei o que acontecerá se continuar saindo com ela. Sabe quantos anos eu tenho? Pelas contas deste mundo, eu teria 29 - o capitão achou que o homem era louco. Como poderia ter 29 anos se parecia um velho de setenta anos ou mais?
- Ou você é louco ou bebeu demais.
- Não sou louco. Foi ela que fez isso comigo. E você será o próximo se não fugir dela o quanto antes. Quando a conheci, eu era jovem e bonito, assim como você. Ela me levou para Nahalibah e em pouco tempo eu fiquei assim, velho e sem vida. É o que ela fará com você. Fuja enquanto é tempo! - o velho parecia desesperado. Killian o segurou com força. Neste momento, um outro homem se colocou entre os dois.
- Por favor, perdoe o meu filho. Ele só quis te alertar do perigo que está correndo - Killian assustou-se.
- Seu filho? Que brincadeira é esta?! Como ele pode ser seu filho se parece muito mais velho que você? - o homem tentou acalmar o outro.
- Não é nenhuma brincadeira. Meu nome é Hasan e este é meu filho Kaarim. O que ele disse é verdade. Afaste-se daquela mulher, da mulher que fez isso com ele. Ela se chama Badra e é uma feiticeira muito poderosa. Fuja dela! - dizendo isso, o homem puxou o outro e o levou para fora da taberna. Killian bebeu de um gole só o resto do rum e saiu. Sua intuição lhe dizia que os dois homens falavam a verdade. Apressou-se em fugir dali. Lembrou-se da tenda montada na praia deserta. Como aquilo tudo foi parar lá? Parecia realmente uma armadilha. E tudo naquela mulher parecia envolto em névoa, como em um sonho. Não parecia real.
Chegando ao cais, Killian juntou sua tripulação e zarpou. Quando já estavam próximos ao mar aberto, Badra apareceu, flutuando na escuridão. Com um gesto, ele fez com que o Jolly Roger parasse, apesar do vento forte. Ao erguer os braços, uma enorme onda se curvou sobre o navio. Enquanto Hook olhava estupefato para o que acontecia com o mar, Badra se colocou diante dele.
- Então, você ia fugir. Tínhamos combinado de ficar juntos... - Killian ficou ainda mais assustado com o sorriso dela agora. Ela parecia a morte em pessoa.
- Eu tratei um trabalho e preciso ir a um outro reino com urgência pegar uma encomenda.
- Não tente mentir para mim. Sei que não pretendia voltar - Killian, dando a morte como certa, enfrentou seu destino.
- Realmente, não pretendia voltar. Decidi ir embora. Não vou me prender agora por aqui. Ainda quero conhecer outros reinos. O mar me chama.
- Tem coragem e eu gosto disso. Não é qualquer homem que consegue encarar meus olhos, principalmente quando estou com raiva. Mas agora não estou mais. Vou esperar. Deixarei você partir e conhecer outros reinos. Aproveite porque da próxima vez que nos encontrarmos, não lhe darei outra chance. Passe o tempo que passar, quando nos virmos novamente, você será meu - Badra o beijou e Killian pode sentir toda a maldade que existia naquela mulher antes que ela sumisse diante dele. Era uma sentença. E Killian tinha a certeza de que um dia ela lhe seria cobrada.

QUEM É KILLIAN JONES - FANFICTION PARTE 2





FANFICTION

QUEM É KILLIAN JONES

PARTE 2

by Lucia Andrade

Na manhã seguinte havia diante de Killian uma mesa de café que ele jamais vira, no entanto, o medo de ser punido tornara-se maior que a fome. Vendo que o menino não se animava, uma das criadas encheu o copo de leite e colocou um pedaço de bolo em sua mão. Killian olhou para ela que ordenou que ele comesse. O menino aprendera à duras penas que as ordens tinham que ser seguidas, então, ele comeu. Quando já passava da metade do pedaço de bolo, um outro menino sentou na cadeira ao lado dele.
- Oi! Quem é você? – Killian parou de comer e olhou assustado para o garoto. – Como se chama? – Killian continuou em silêncio. – Bom, se não quer falar, tudo bem. Mas eu falo então. Meu pai sempre diz que eu falo por dois. Vou falar por mim e por você. – Ele estendeu a mão para Killian. – Meu nome é Liam.
O tempo foi passando e apenas Liam falava, enquanto Killian continuava mudo. Liam, com sua vivacidade, fazia de tudo para alegrar o companheiro. Um dia, no jardim, enquanto brincavam, Liam falou:
- Meu pai disse que agora você é meu irmão. – Killian olhou para ele. Lembrou-se de Erwin. Sentou em um canto e desatou a chorar. Liam, de forma espontânea, o abraçou.
- O que foi? Não quer ser meu irmão? – Killian continuou a chorar. – Eu sempre quis ter um irmão e agora eu tenho. – Killian, entre soluços perguntou:
- Você também vai morrer? – Surpreso, Liam respondeu:
- Não. Só quando eu for velho, bem velho. Por que acha que eu vou morrer?
- Minha mãe morreu. Meu pai também, meu amigo também. Todo mundo que eu gosto morre. – Liam, carinhosamente enxugou as lágrimas de Killian.
Pois eu, irmãozinho, não vou morrer. Eu vou ser o maior capitão que este reino já viu e você pode ser meu imediato. O que acha disto?
Killian olhou para Liam e pela primeira vez em muito tempo, aquele rosto esboçou um sorriso.

Algumas semanas após ter completado doze anos, uma discussão entre seus pais adotivos fez Killian duvidar de tudo o que acreditara até então.
- Lembra quando me disse que Milady Ailish e Lorde Briccio haviam me adotado? – Liam, sem entender a pergunta, respondeu:
- Lembro. Foi o que meu pai me disse.
- Mas hoje eu escutei Milady dizer que eu sou filho legítimo de Lorde Briccio com outra mulher – Liam deu um salto.
- Como é...?!
- Eu também não entendi. Seu pai é meu pai verdadeiro? E a minha mãe e meu pai que morreram...? Quem eram eles? Quem é essa mulher que Milady disse ser minha mãe de verdade? – Liam, vendo a inquietação do irmão, o tranquilizou.
- Calma. Nós vamos descobrir a verdade – a mente de Killian fervilhava e ele sentia seu mundo ruir novamente a seus pés.

sábado, 29 de novembro de 2014

A RAINHA DE NAHALIBAH - FANFICTION PARTE 1


FANFICTION

A Rainha de Nahalibah

Parte 1

by Lucia Andrade

O vento sopra em Nahalibah. Badra sente o aroma de algo que ela procura há muito tempo. Com um gesto, ela consegue ver um lugar. Um sorriso sai de seus lábios.

- Achei. Agora você não me escapa mais, pirata.



O almoço no Granny´s estava animado. Emma e Hook se acertaram definitivamente e, tão logo a casa dele ficasse pronta, ele pretendia pedi-la em casamento. Largara de vez a vida de pirata, restando apenas o Jolly Roger como lembrança. Lady Ailish estabelecera-se temporariamente na casa que fora de Johanna, antiga criada da família de Snow White. Killian comprara as terras próximas à enseada. Era agora um empresário, graças aos baús de ouro e jóias que Maeve lhe dera.
Storybrooke vivia tempos de paz. Emma, assim como todos na cidade, achava que o final feliz enfim havia chegado. Um fato apenas a deixava triste: Regina. A prefeita continuava sozinha, longe de Robin, que voltou a viver na floresta com Marian. Emma sentia-se culpada e, de certa forma, isso atrapalhava sua felicidade com Killian. Um vento forte e repentino chamou a atenção de todos. Uma mulher, morena, de olhos negros como a noite, coberta de véus, surgiu no meio do salão. Prontamente, todos se ergueram. David, com a mão na espada, perguntou:
- Quem é você? – A mulher olhou para Killian, que tinha o semblante muito sério.
- Esqueceu de mim, Hook? 
- Como me encontrou?
- Eu disse que o encontraria novamente. Disse também que quando nos víssemos de novo, não lhe daria a mesma chance, lembra?
- O que quer agora?
- O mesmo que queria antes: você. E desta vez, eu vou levar – Emma se adiantou e ficou na frente dele.
- Quem é ela, Killian?
- Alguém do meu passado – a mulher riu.
- Do passado, do presente e do futuro – ela ergueu a mão. David puxou a espada, mas foi paralisado, assim como todos os demais. Temendo por Emma, Hook ficou na frente dela, mas foi paralisado também. Emma tentou usar seus poderes.
- Se eu fosse você não faria isso. Olhe ao redor – Emma vê punhais suspensos no ar, encostados às gargantas de todos os presentes. Killian pediu:
- Por favor, Badra, deixe-os em paz.
- Vou deixar, assim que fizer o que vim fazer – ela se aproximou dele e enfiou a mão no peito dele, segurando seu coração. Ele gemeu de dor. – Jamais despreze uma mulher e jamais despreze uma feiticeira poderosa como eu. – Ela apertou ainda mais o coração dele, dentro de seu peito. Killian sentia uma dor cortante. Emma não conseguia se mexer. O desespero a dominou. O rosto de Killian contorcia-se de dor. De um golpe só, Badra arrancou seu coração. Killian tentou se apoiar na mesa, mas não conseguiu e caiu no chão com a mão no peito. Badra se abaixou e colocando uma caixinha no chão, diante dele, disse:
- Quando se recuperar venha encontrar-me. Basta abrir a caixa. Caso não venha, pagará o preço – levando seu coração, ela desapareceu, assim como os punhais. Emma correu para socorrê-lo.
- Killian! Killian! Como se sente? – ele não conseguiu falar. O ar ainda faltava.


QUEM É KILLIAN JONES - FANFICTION PARTE 1


FANFICS


QUEM É KILLIAN JONES



PARTE 1

by Lucia Andrade


Aos sete anos, Killian embarca em um navio com seu pai, Brais, rumo a outros reinos. Um dia, durante a viagem, Killian acorda e descobre que seu Brais havia fugido. Alguns homens procuravam por ele. O capitão do navio, ao qual Brais devia dinheiro, para não ter prejuízo e sem saber o que fazer com o menino, aporta em um dos reinos e o vende como escravo.
Killian é levado para trabalhar em uma pedreira. Muito pequeno ainda, o menino assustado acaba chorando, sendo sempre punido severamente por isso. Após muitas punições violentas, ele passa a entender que ali não era permitido chorar ou reclamar. Seu corpo franzino vivia machucado e sujo e as mãos sempre cortadas pelo trabalho pesado demais para uma criança.
Com o passar do tempo, acabou por fazer um amigo, um menino de onze anos chamado Erwin, que tornou-se seu protetor, na medida do possível. Dormiam na mesma cela, junto com outros escravos.
Com a ajuda de Erwin, Killian se acostumou à sua nova condição. Um dia, porém, Erwin, com fome, afrontou o capataz mais cruel que havia na pedreira e este lhe deu uma surra. Erwin ficou muito machucado e adoeceu. Killian cuidava do amigo sempre que podia, porém, sem os cuidados adequados, Erwin veio a falecer. Killian, ao ver o amigo inanimado, gritou por ajuda, mas já era tarde demais. Killian se revoltou e apanhou por isso. Dali em diante, o menino emudeceu e a tristeza tomou conta dele.
Algum tempo depois, homens apareceram na pedreira, procurando por Killian. Entre eles estavam Brais e o capitão do navio que o vendera. Sem entender nada, Killian foi levado por eles e impedido de se aproximar de Brais.
De volta ao porto de Irelast, os homens, Killian e Brais seguiram até um lugar deserto. Lá, todos apearam de seus cavalos, sendo que Killian ficou na carroça, sob a guarda de um deles. Dali ele viu Brais e os homens se distanciarem. De repente, um deles puxou a espada e golpeou Brais. Pouco depois, Killian viu seu pai cair no chão. O homem se agachou e desferiu outro golpe no homem caído. Killian arregalou os olhos, mas não conseguiu chorar ou gritar. O grupo voltou e todos seguiram pela estrada até chegar em uma casa grande e bonita.
Killian estava com medo, quase em estado de choque e sequer percebeu que já estava sendo banhado por uma criada em um dos quartos da casa. A mulher cuidou de seus machucados e lhe vestiu roupas limpas. Ela ordenou que ele se deitasse enquanto buscava algo para ele comer. O cansaço e as emoções o venceram e antes que ela retornasse, o menino caiu em sono profundo.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

BOTA PARA GIRAR - EDUCAÇÃO AMBIENTAL E COLETA SELETIVA


No dia 05 de agosto, conheci pessoalmente essa pessoa incrível, chamada Fernanda Cubiaco. Até então, só nos falávamos via telefone ou net. O resultado, está nesta matéria para o site BOTA PARA GIRAR. Em breve, postarei aqui um pouco dos outros projetos que ela desenvolve. Penso que irão gostar. 

http://www.botaparagirar.com/#sthash.wMKOoyHa.dpuf

sexta-feira, 14 de março de 2014

MOVIMENTO PROLIST / MLS: TESTEMUNHO DE UM CORRETOR DE IMÓVEIS BRASILEIRO NOS EUA


Meu nome é Ricardo Pires. Vivi por 23 anos nos EUA onde descobri a profissão de corretor de imóveis ou Realtor agent, como é conhecida por lá. Depois de tanto tempo resolvi voltar para o Brasil e retomar minha vida aqui, agora com uma nova profissão. Ocorre que, apesar de desempenhar o mesmo papel que desempenhava nos EUA, aqui tudo é muito diferente. Tudo funciona de forma diferente. A desorganização e ausência de padronização aqui no Brasil são impressionantes para alguém que aprendeu a trabalhar num mercado onde tudo, absolutamente tudo, funciona de forma organizada e eficiente.
Para o corretor de imóveis que nunca operou nos EUA é até complicado de explicar como é mais fácil trabalhar naquele mercado. O acesso à informação e a forma clara como as coisas são tratadas, além da rapidez como tudo é resolvido deixaria de queixo caído a grande maioria de profissionais que todos os dias têm que “matar um leão” para levar seu sustento para casa e, apesar disso, não é visto como profissional por boa parte de seus clientes e pela população em geral. Só para termos ideia do que estou falando, quando trabalhei no exterior e o mercado estava aquecido, alguns imóveis eram vendidos em questão de horas, isso mesmo, horas! Hoje, ainda com a economia se recuperando, é difícil vermos um imóvel sendo ofertado por mais de 90 dias. Aqui no Brasil, quando todos diziam que o mercado estava aquecido, vender um imóvel em menos de 6 meses era motivo de festa!
Bem, você deve estar tentando achar uma razão para essa diferença e deve estar pensando: a cultura norte americana é muito diferente da nossa e, por isso, as coisas funcionam melhor por lá. Em parte eu até concordo, não há como negar que existem grandes diferenças culturais mas, por outro lado, estamos falando do país que é a referência do capitalismo mundial e tudo lá é pensado para dar o maior lucro possível. Com o mercado imobiliário não é diferente. Agora, se olharmos para os dois mercados e buscarmos uma diferença básica entre os dois, veremos uma ferramenta que é amplamente utilizada lá e que não é aqui, o MLS (Multiple Listing Service). O MLS propicia um ambiente onde todos os corretores atuam, de forma organizada e em parceria, onde todo o estoque de imóveis está exposto para todos os profissionais do mercado, propiciando uma velocidade incrível na busca por imóveis.
Assim que retornei ao Brasil e me dei conta disso, minha ideia obvia foi tentar criar um MLS, mas todos diziam que era impossível, que a cultura daqui não permitiria isso, entre outros absurdos. Além disso, as limitações tecnológicas que encontrei foram grandes, principalmente porque as empresas daqui não conheciam como funcionavam os sistemas MLS dos EUA. Fui tocando minha vida, sempre com a esperança de um dia poder trabalhar através de um MLS no meu país. Até que um dia descobri uma empresa que dizia trazer os conceitos e o sistema MLS nos mesmos moldes do que era utilizado no exterior e minha primeira reação foi de desconfiança, afinal, já havia visto tantas outras supostas plataformas MLS aqui no Brasil e que não passavam de portais de imóveis ou redes de profissionais, mas que não tinha a essência básica e as ferramentas de um MLS de verdade. Deixei a desconfiança de lado e fui ouvir o que os responsáveis por essa empresa tinham a dizer e lá encontrei um norte americano e um grupo de brasileiros realmente apaixonados, tanto quanto eu, pelo modelo MLS. Essa empresa era a Realest Tecnologia, criadora do PROLIST – o primeiro MLS brasileiro de verdade.
Após conhecer um pouco mais o PROLIST tive a certeza de que era aquilo, exatamente aquilo, que eu procurava e que me fazia lembrar do tempo que trabalhei no exterior. E tive a certeza de que tinha que fazer parte daquele projeto, custasse o que custasse! Hoje sou o diretor de vendas do PROLIST e, nessa condição, conhecendo o mercado norte americano e o brasileiro, me sinto no dever de convocar (não é um pedido, é uma convocação mesmo!), todos os profissionais corretores de imóveis e imobiliárias a apoiarem esse projeto. A aderirem e utilizarem a plataforma PROLIST/MLS, pois tenho certeza de que apenas com um ambiente MLS forte podemos mudar o status atual do mercado, a maneira como o corretor de imóveis é visto e aumentar os lucros de quem trabalha sério. Não prometemos mudar o mercado em um curto espaço de tempo, mas o primeiro passo já foi dado e os profissionais e empresas que entenderem isso e se engajarem nessa luta serão, sem dúvida nenhuma, os mais recompensados em um futuro próximo. Por hora, esperamos um aumento na rentabilidade dos profissionais que aderirem e apoiarem a inciativa aumentando sua rede através do PROLIST, mas estamos certos de que isso ainda não é nada comparado ao que ainda está por vir, dessa verdadeira revolução no mercado imobiliário brasileiro que o PROLIST, com seu apoio é capaz de realizar.

Por Ricardo Pires
Sales Director
Realest Tecnologia S.A.

Para saber mais:

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Lavagem cerebral




Único.
Indivíduo.
Direito.
Humano.
Livre.
Pensamento.
São.
Sistema.
Constitucional.
Opressão total.
UAU!
Monólogo irracional,
Numa procura antinatural,
De uma ligação paranormal,
Como um quadro surreal,
Numa postura antissocial,
Quase contato sobrenatural,
Virei elemento banal,
Na sociedade desigual,
Que quer me tornar igual,
Mais um etcétera e tal,
Com seu modo boçal,
Massificando geral,
Conspiração institucional,
Propaganda infernal,
Em sua constante
Lavagem cerebral.


Parte integrante do livro ARCO-ÍRIS SOBRE CINZA
Biblioteca Nacional 463.856 Livro 873 Folha 77

Imagem extraída do Google

SHINOBI



Por Lucia Andrade
(FBN 007456-V04)
Parte integrante do livro ARCO-ÍRIS SOBRE CINZA


Como mocinha de mangá
Sou Shinobi em perseguição.
Minha caçada é diferente
E ninja nenhum escapa.
Sigo meu bingo book,
Álbum do meu coração,
De figurinhas premiadas,
Corpos gostosos pra pegar
E minha arma é a sedução.
Cada um que ali está
Vira objeto de desejo,
Sonho de consumo,
Alvos para matar
De prazer e de paixão.
Cada um que eu consigo
Uso um X para marcar.
Depois é só virar a página,
Outra vítima vou caçar.
Pode estar em qualquer canto,
Ou até mesmo ser você.
Chega mais perto pra eu te ver...
Eu acho que vi um gatinho...
Bingo!


Imagem extraída do Google