quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Alma gêmea


Não importa quantos sóis terão nascido,
Ou quantas vezes meus olhos brilharam a sua procura.
Não importa quantas nuvens terão passado,
Ou quantas vezes fiquei triste por não te ter.
Não importa quantas chuvas terão molhado a face da terra,
Ou quantas vezes as lágrimas molharam meu rosto.
Onde,
Quando,
Como,
Ou quantas vidas eu terei vivido,
Também não terão importância.
Apenas sei,
Aqui no meu coração,
Que hei de te encontrar
Porque antes de eu ser eu
Já havia aprendido a te amar.

Parte integrante do livro PALAVRAS AO VENTO
Biblioteca Nacional 461.076 Livro 867 Folha 274

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